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Documentário - Poesia na Era Digital

Na geração digital, redes sociais como o Facebook abrigam diferentes modos de escrita e comunicação. É lá que poetas e escritores encontram um meio de divulgarem seus trabalhos, alcançando um público gigantesco que se identifica e compartilha o que mais lhe agrada. O documentário “Poesia na Era Digital” aborda o novo manifesto literário que cada vez está ganhando mais espaço. Conversamos com escritores que são conhecidos nas redes para conhecer um pouco mais sobre como surgiu a ideia, de onde vem inspirações, como está sendo a recepção dos leitores. Trabalho realizado pelos alunos do curso de Jornalismo da Universidade Anhembi Morumbi: - Amanda Pina - Bianca Furuuchi - Fernanda Cocelli - Maray Pinheiro - Nathalia Defendi - Roberta Caroline - Stephanie Abreu - Thaina Barros Orientado por: Eliane Basso LINK do DOC:  https://www.youtube.com/watch?v=B3GGpC9iPCg

O rei das tardes

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A trajetória de Reinaldo Gottino, um dos principais apresentadores da TV brasileira "Vem, vem, vem". "Oh o feijão queimando, minha senhora!". "Xô depressão, vem alegria". Esses são alguns de seus bordões. Reinaldo Gottino se tornou um dos maiores apresentadores da TV aberta brasileira. Atualmente o seu programa, o Balanço Geral, tem alegrado as tardes do público e conquistado bons índices de audiência, com prestação de serviço e muita diversão. Resultado de muito trabalho e dedicação. Foi em um evento no centro de São Paulo, para corretores de imóveis, que vi Gottino pessoalmente pela primeira vez. Ele contou um pouco de suas experiências profissionais e pessoais, e falou bastante do bairro onde nasceu, a Vila Prudente, na zona leste. Aquele encontro aumentou minha vontade de conhecer melhor o apresentador. Foi então que tive a oportunidade de acompanhar de perto o seu programa e ver pessoalmente como tudo é feito. Posteriormente, fiz uma entrevista com Go...

O Esporte e o avanço da tecnologia

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Ela começou no esporte em 2000, após concluir o segundo grau técnico de Administração. Além de atleta, é psicóloga. Participou de muitas competições e coleciona medalhas ao longo de 17 anos de carreira. Terezinha Guilhermina, 38 anos, é atleta paraolímpica na modalidade velocista. Entre as competições que participou, sua maior conquista aconteceu nos jogos de Atenas, quando conquistou a medalha de bronze nos 400 m. Nos jogos em Pequim, obteve a medalha de prata no 100 m, ouro nos 200 m e bronze nos 400 m. Nos jogos de Londres conseguiu a medalha de ouro no 100m e nos 200 m. Já nos jogos do Rio de Janeiro, conquistou medalha de prata no revezamento quatro por 100 m e bronze nos 400 m rasos. ‘’O esporte, para mim é um divisor de águas. Antes eu era alguém que apenas sonhava, hoje, realizo os meus sonhos!’’, afirma. Todas essas conquistas de Terezinha não vieram de modo fácil. Assim como outras atletas paraolímpicas, ela enfrentou diversas dificuldades e desafios. Mas a tecnologia tem s...

Shell Open Air

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O cinema a céu aberto é a grande atração de São Paulo. E este ano o evento oferece filmes clássicos que foram sucesso nos cinemas. Nos dias 8 a 26 de Novembro de 2017, acontece a Shell Open Air, no Jockey Club, em São Paulo. O evento a céu aberto é uma grande atração para o público que deseja assistir um filme de uma maneira diferente. O Open Air está presente no Brasil há 15 anos, e trás os principais clássicos do cinema. Além do cinema a céu aberto, a Shell também possibilita atividades interativas, shows com importantes nomes da música brasileira e que completa com uma boa gastronomia. Considerado o maior cinema do mundo, a Super Tela do tamanho de uma quadra de tênis conta com a projeção digital e sistema de som com 28 caixas Dolby Digital Surround, que fazem das sessões um momento único e espetacular. Neste final de semana fui ao Jockey Club assistir o grande clássico, o filme Titanic, como sempre me emocionei, afinal o filme continua sendo um dos melhores filmes já feito, e ain...

Meus cachos

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Atualmente o que eu mais tenho visto são homens e mulheres assumindo os seus lindos cachos. Causa-me muita alegria quando ando pelas ruas e vejo uma cacheada ou um cacheado com seus belos cabelos, mostrando ousadia, beleza e satisfação. Mas nem sempre foi assim. Alguns anos atrás ter um cabelo crespo ou enrolado era coisa grotesco e esquisito. Além de gerar muito preconceito (apesar de que em pleno século 21 ainda existam pessoas racistas, que são amargas e infelizes). Eu sempre tive cabelos cacheados e grandões. Mas foi na adolescência que isso mudou, estava insatisfeita e não queria mais o cabelo encaracolado. Estava em alta às meninas de minha idade alisar os cabelos. Então comecei a alisar também. Não hidratava e todo dia era a bendita da chapinha no cabelo. Até que eu ''sentia melhor'' comigo mesma. Como era grande o meu cabelo, então imagine aqueles cabelão preto e liso... Mas ao passar dos meses meu cabelo começou a quebrar e logo também caiu. Fiquei ...

Viagem para Minas Gerais

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Nas férias de julho viajei para Minas Gerais, fazia alguns anos que não ia para lá.  Fui fazer uma visitinha na casa dos meus padrinhos e aproveitar para conhecer alguns lugares e descansar um pouco. Quem gosta de viajar ou quem já viajou para algum outro Estado ou País sabe o quanto é bom! Eu gosto muito de viajar, principalmente para conhecer lugares diferentes, culturas, costumes e as comidas típicas da região.  Apesar de algumas viagens costurem caro, acredito que vale a pena guardar dinheiro, economizar e poder viajar para o lugar desejado. Sempre que volto de viagem, eu volto mais renovada, disposta, leve e bem comigo mesma.  Uma dica legal é viajar para lugares que tenha muito verde, natureza, ar puro, não tem nada melhor do que viajar para lugares assim, eu me sinto em casa. Se balançar na rede, ouvir os pássaros cantar e sem barulho de carros. Melhor sensação!! <3 Separei algumas fotos que tirei na viagem para Minas, olha que lugar MARA <3...

Trabalho acadêmico - Jornal de bairro

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No 5º Semestre da faculdade tive a disciplina de produção de jornal. Eu e o restante da turma produzimos um jornal de bairro e o bairro escolhido foi o da República em São Paulo. Cada aluno produziu sua própria matéria, eu fiquei com a editoria de meio ambiente e fiz uma matéria sobre a falta de remanescente de Mata Atlântica no bairro. Entre muitas pesquisas, entrevistas e apurações, consegui encontrar os motivos pelos quais não há remanescentes de Mata Atlântica e quais os impactos na vida e no cotidiano das pessoas.   Acompanhe a seguir a matéria completa do jornal de bairro.